Informação em tempo real 24 horas por dia
Um apostador da cidade sergipana de Tobias Barreto (a 127 km de Aracaju) levou sozinho R$ 61 milhões no concurso 1.647 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (25). Os números sorteados foram: 12 - 17 - 23 - 38 - 53 - 54. Com esse valor, o ganhador poderá se aposentar com uma renda de aproximadamente R$ 358,5 mil por mês, apenas investindo o prêmio em poupança. Ou se preferir poderá, com o valor integral do prêmio, comprar 50 imóveis de R$ 1,2 milhão cada, ou ainda uma frota de 400 carros de luxo. Outros 259 apostadores acertaram a quina e ganharam R$ 24.371,32 cada um. Também foram premiadas 20.655 pessoas que acertaram a quadra e levaram R$ 436,57 cada uma. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quarta-feira (29), e o prêmio aproximado é de R$ 3 milhões. A aposta mínima custa R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio em qualquer casa lotérica do país.
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Alberto Youssef (Foto: Joedson Alves/Estadão Conteúdo)
O doleiro Alberto Youssef passou mal no início da tarde deste sábado e foi levado para o hospital Santa Cruz, em Curitiba. Segundo a Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, Youssef continua internado e vai passar por exames. Não há previsão para que o doleiro volte à carceragem.
De acordo com a PF, ele teve uma indisposição entre 13 horas e 14 horas e foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o levou até o hospital, devidamente escoltado por policiais. Réu da Operação Lava jato, o doleiro está preso desde março na carceragem da PF, na capital paranaense.

Reportagem de capa da VEJA desta semana revelou que Youssef afirmou em depoimento à Polícia Federal que a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor no cargo, Luiz Inácio Lula da Silva, sabiam do esquema de desvios operado na Petrobras.

(Com Estadão Conteúdo)
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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".
De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) chega à véspera da votação empatada tecnicamente com seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Mas, segundo o instituto, "é maior a probabilidade de Dilma estar à frente".No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 53%, e Aécio, 47%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff   (PT): 47%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro do limite da margem de erro.
O Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos
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Ibope - 25.10 (Foto: Arte/G1)



Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Branco/nulo: 5%
- Não sabe/não respondeu: 3%
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.
G1

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Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Rio Grande do Norte:
- Robinson Faria (PSD): 54%
- Henrique Eduardo Alves (PMDB): 46%

A pesquisa foi encomendada pela Inter TV Cabugi.
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
No levantamento anterior, divulgada no dia 15 de outubro, Robinson aparecia com 54%, e Henrique, com 46%.
Segundo o Ibope, Robinson mantém vantagem na véspera da eleição.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Robinson Faria (PSD): 47%
- Henrique Eduardo Alves (PMDB): 40%
- Branco/nulo: 10%
- Não sabe/não respondeu: 3%
O Ibope ouviu 812 eleitores em 39 municípios do estado de 22 a 24 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte sob registro nº RN-00046/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01174/2014.
G1RN

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O prédio onde fica a sede da Editora Abril, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, foi alvo de um ataque na noite desta sexta-feira (24), depois que a revista "Veja" publicou uma reportagem sobre o escândalo da propina na Petrobras.  A revista afirma que o doleiro Alberto Youssef disse, em depoimento à Polícia Federal, que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento de um suposto esquema de corrupção na Petrobras que abasteceria campanhas do PT.  Segundo a revista, o doleiro não apresentou provas.

O tumulto na sede da editora Abril terminou com três pessoas detidas. De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 14º DP, de Pinheiros, por volta das 20h de sexta-feira cerca de 200 pessoas se reuniram em frente ao prédio da editora, com o apoio de um carro de som da União da Juventude Socialista. Eles jogaram muito lixo em frente ao prédio e picharam frases como “Veja mente” e “Fora Veja”. Exemplares da revista foram rasgados. Segundo a Polícia Civil, os detidos foram qualificados por pichação e liberados em seguida. Os suspeitos negaram envolvimento em atos de vandalismo e disseram que apenas participaram do protesto.



A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) afirmou em nota que “repudia veementemente os ataques”.  “A Abert acompanha com preocupação episódios como o de ontem à noite, pois a entidade considera grave qualquer ato de intimidação à liberdade de imprensa. A Abert lembra que a Declaração de Chapultepec, da qual o Brasil é signatário, aponta uma imprensa livre ‘como uma condição fundamental para que as sociedades resolvam os seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam sua liberdade’”, diz a nota da associação.


G1
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 Acontece hoje (25/10), em Caicó às 18h, o 2º Encontro Sesc de Bandas de Música do Seridó. Com concentração na praça do Coreto, 12 bandas tradicionais da região se unirão a outras duas de estados nordestinos, totalizando 600 músicos, que desfilarão em cortejo pelas ruas da cidade até a Ilha de Sant’Ana. Lá, as bandas executarão a Valsa Royal Cinema, o dobrado “Aldeia Sesc Seridó 2014” e o frevo Sesc Seridó. 
O Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN) realizou, na cidade de Caicó, uma vasta programação cultural aberta ao público. A Aldeia Sesc Seridó uniu projetos como o Letra&Música, Palco Giratório, BiblioSesc e CineSesc durante 15 dias em diferentes localidades. Além das apresentações culturais, a instituição do Sistema Fecomércio oferece oficinas de incentivo às artes como a confecção de cordel, mamulengos, instrumentos musicais e danças populares. 
Na terça-feira (21), às 19h, a Cia Cênica Ventura apresenta o espetáculo de rua “Anjos Moribundos”, no Distrito de Lajinha. No mesmo dia, o CineSesc realiza a Mostra Ditadura Militar, das 18h às 22h, na Casa de Cultura de Caicó. A oficina de Iluminação Cênica e show de Mamulengos com Ricardo Guti fazem parte da programação. Na sexta-feira (24), às 19h, haverá mais um show dentro do projeto Letra&Música, no Sesc Seridó. A programação completa da Aldeia Sesc está disponível no site www.sescrn.com.br.

Serviço:
O quê? 6ª edição Aldeia Sesc Seridó
Quando? 10 a 25/10
Onde?
Sesc Seridó: Rua Washington Luiz, nº. 55, Boa Passagem.Tel.: 3421-2337
Ilha de Sant’Ana
Bairro Frei Damião
Centro Cultural Adjuto Dias
Praça do Corêto de Currais Novos
Casa de Cultura de Caicó
Escola Presidente Kennedy - Centro
Escola EECAM – Barra Nova
Escola Herman Gmainer – Castelo Branco
Currais Novos
ENTRADA GRATUITA
Programação completa:www.sescrn.com.br
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Ducato com passageiros vinha de Palmares à Colônia Leopoldina, AL, e teria colidido com uma carreta

Um grave acidente envolvendo uma Ducato branca (placa NLW-6722, Maceió-AL e uma carreta (placa PFX-9013, Itaboraim-SP) na BR-101, sentido PE/AL, próximo ao município pernambucano Xexéu, na Mata Sul do Estado, na manhã deste sábado (25) causou a morte de pelo menos seis pessoas e deixou outras 11 feridas, uma delas em estado grave. Segundo informações da Associação dos Motoristas de Colônia Leopoldina, AL, a Ducato branca transportava passageiros de Palmares até aquela cidade alagoana quando teria colidido com a carreta. Todas as vítimas fatais estavam na Van.

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegou ao local, onde, junto com equipes do Corpo de Bombeiros de Alagoas e do Serviço de Atendimento Móvel (Samu) fez o transporte dos corpos para o Instituto Médico Legal (IML) e o socorro das vítimas para o Hospital Geral de Palmares.  Ainda segundo testemunhas, a Ducato foi partida ao meio com a violência do impacto. O acidente ocorreu nas proximidades do Engenho Goiabeira, na BR 101 Sul, pertencente a Xexeu.

As primeiras informações especulam que o acidente foi causado porque a Van teria tentado  livrar de um buraco na pista, momento esse  em que bateu de frente com a carreta. De acordo com a FM Nova Quilombo, todas as vítimas são de Nova Leopoldina em Alagoas para onde a Van seguia, vinda de Palmares. O motorista da carreta, Delmir Aparecido Pereira Pinto, 53, passou por avaliação médica, mas passa bem.o motorista da Ducato, Cícero Francisco dos Santos (conhecido como Cícero Pendeu) também sobreviveu.

RELAÇÃO DAS VÍTIMAS FERIDAS

Eudir Aparecido da Silva
Maria das Graças da Silva
Iracir Maria da Silva
Cícero Francisco dos Santos
José Carlos da Silva
Fábio Júnior Alcides da Silva
Sebastião José da Silva
Francisco Sebastião da Silva (encaminhado ao Hospital da Restauração)
Luiz Carlos Carvalho
Silvânio Luiz da Silva
Manoel Martins da Silva
Amaro Bernardo dos Santos

A RELAÇÃO DAS VÍTIMAS FATAIS AINDA NÃO FOI DIVULGADA



FOTOS:






Taís Felix da Silva,uma das vítimas fatais

 Fotos  e fonte - Nova Quilombo FM
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A Veja publicou na sua edição de hoje (24/10), um dois dias antes da eleição presidencial , uma matéria com um depoimento do doleiro Alberto Youssef à PF prestado na última terça. Nele, o doleiro envolve diretamente nos escândalos do Petrolão as duas maiores estrelas do PT. Lula e Dilma. 


Segue a íntegra da matéria 

Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais: “Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever”. VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato. VEJApublica fatos com o objetivo de aumentar o grau de informação de seus leitores sobre eventos relevantes, que, como se sabe, não escolhem o momento para acontecer. Os episódios narrados nesta reportagem foram relatados por seu autor, o doleiro Alberto Youssef, e anexados a seu processo de delação premiada. Cedo ou tarde os depoimentos de Youssef virão a público em seu trajeto na Justiça rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro adequado para o julgamento de parlamentares e autoridades citados por ele e contra os quais garantiu às autoridades ter provas. Só então se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são ou não culpadas. 


Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado des­de março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ­parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.
Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.
DINHEIRO PARA O PT 
Lula Marques/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

ENTREGA NO SHOPPING
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef

ELE TAMBÉM SABIA
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR
VEJA
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fiscais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
VEJA














O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

Crédito: Broglio/AP/VEJA
ATÉ A MÁFIA FALOU - Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento
​Quem delata pode mentir?
Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.
Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça - nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos - homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.
Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado - e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.
Mais famoso - e prolífero - delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.
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Na sequência: Emanoel Diogney e Francisco De Assims
Fonte: Blog PM Jucurutu - No final da manhã desta sexta-feira, 24, Policiais Militares que faziam rondas na Cidade de Jucurutu perceberam elementos a bordo de um veículo, em atitude suspeita e resolveram abordá-los. No entanto, quando os PMs deram ordem de parada, os homens fugiram, tendo início uma intensa perseguição, na BR 226, em direção a Triunfo Potiguar.
Segundo relato dos Policiais, enquanto empreendiam fuga, os homens jogavam pela janela do carro, várias objetos e papéis, dos quais, posteriormente, foram encontrados alguns cartões de banco, possivelmente clonados.
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Momento em que os suspeitos foram abordados pelos PMs
Durante a perseguição, os bandidos empreenderam alta velocidade, sem obedecer os sinais sonoros e luminosos para que parassem, colocando a vida de outras pessoas em risco, inclusive a dos Policiais, que a todo tempo estavam próximos a eles.
Percebendo que os bandidos não parariam, os Policiais efetuaram tiros para o alto, mas, mesmo assim, não pararam, obrigando os PMs a dispararem contra os pneus do veículo, sendo que, nas proximidades do Sítio Riachão, um dos ocupantes acabou atingido no ombro, e o motorista, assustado, perdeu o controle do veículo e desceu um aterro, momento em que foram todos presos e conduzidos à Delegacia de Polícia, e o ferido foi socorrido para o hospital.
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Com os homens foram apreendidos celulares, vários chips de operadoras diferentes, relógio, um cordão e uma pulseira dourados (possivelmente ouro) e cartões do banco, em nomes de várias pessoas.
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Segundo os detidos, o menor de 17 anos, de iniciais J. G. C. S., que dirigia o veículo, Emanoel Diogney Andrade de Oliveira, 24 anos e Francisco De Assis Gonçalves, 45, todos naturais da Cidade de Cedo, Ceará, eles estavam em Jucurutu para aplicar golpes e tirar dinheiro das pessoas, mas, segundo eles, não conseguiram porque foram percebidos pela Polícia a tempo.
Todos os suspeitos, inclusive o que foi ferido, estão na Delegacia de Polícia Civil, na Cidade de Caicó, onde deverão ser ouvidos pela autoridade competente, a qual fará os procedimentos cabíveis.
Deram apoio à Policia Militar de Jucurutu, as guarnições do GTO de Caicó e da Rádio Patrulha da Cidade de Tenente Laurentino Cruz.
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Quase que simultaneamente, duas ocorrências policiais foram registradas em Jucurutu, nesta sexta-feira, 24. A primeira, está especificada na matéria abaixo. A segunda, se deu quando Policiais faziam patrulhamentos pela Cidade e se depararam com dois homens suspeitos, nas imediações da Companhia da Polícia Militar local e resolveram abordá-los.
Com os suspeitos, de nomes Pedro Henrique Mayálisson dos Santos Pereira, 21 anos e Elenilson Costa do Nascimento, 18 anos, ambos residentes na Cidade de Caicó, nada foi encontrado. No entanto, momentos depois da abordagem, populares encontraram munições calibre 32, exatamente onde foi feita a abordagem. A Polícia acredita que as munições pertenciam à dupla, e não foi encontrada porque caíram do bolso deles, no momento em que deitaram na calçada.
IMG_20141024_155701696Munições encontradas por populares
Os dois suspeitos não souberam explicar o que estavam fazendo em Jucurutu. A Polícia suspeita que eles poderiam estar fazendo levantamento, para praticar assalto, porém essa hipótese não foi confirmada. Os dois já têm passagem pela Polícia e cumpriram pena no regime fechado, um no Seduc e outro no Pereirão.
Assim como o trio preso, a dupla também está na Delegacia da Cidade de Caicó, onde a autoridade competente irá fazer os trâmites legais, e, caso seja comprovada que as munições pertencem a eles, serão autuados em flagrantes e deverão ficar presos.

PM Jucurutu
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Na tarde de hoje 24/10 por volta das 15:hs policiais foram informados de que uma mulher que conduzia uma moto de placa OJR 9592/RN colidiu com um jumento na RN-233 estrada de Paraú. 

O SAMU foi acionado onde prestou socorro a vitima, já o NORE também foi acionado e realizou os procedimentos cabíveis.
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Uma ação da Polícia Militar de Jucurutu deteve cinco suspeitos, que teriam reagido a uma abordagem e empreendido fuga, chegando a capotar um veículo tipo Celta de cor vermelha, na BR 226, nas proximidades do Sítio Riachão.

Neste momento, equipes do GTO de Jucurutu e Caicó, além da Rádio Patrulha, estão em diligências tentando prender mais suspeitos.

A Polícia ainda não sabe o que, exatamente, os homens estariam fazendo em Jucurutu, mas já foi encontrado com eles, vários cartões de crédito, possivelmente falsificados.

PM Jucututu




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A presidente Dilma Rousseff dedicou boa parte de sua última propaganda no horário eleitoral na TV para criticar a revista ‘Veja’ pela reportagem em que afirma que o doleiro Alberto Youssef, em delação premiada à Justiça, teria dito que ela e o ex-presidente Lula sabiam dos desvios de dinheiro na Petrobras. Dilma afirmou que a revista “e seus cúmplices” terão de responder na Justiça pelo "ato de terrorismo", por não apresentar qualquer prova, visando apenas impactar no resultado das eleições.

— Hoje, a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética, pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos malfeitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um dos seus articuladores. (...) A começar pela antecipação da sua edição semanal para hoje, sexta-feira, quando normalmente chega às bancas no domingo. Mas como das outras vezes, e em outras eleições, Veja vai fracassar no seu intento criminoso. A única diferença é que, desta vez, ela não ficará impune. A Justiça livre deste país seguramente vai condená-la por este crime — reagiu Dilma, acrescentando:

— Não posso me calar frente a este ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos. (...) Sem apresentar nenhuma prova concreta e, mais uma vez, baseando-se em supostas declarações em pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da Justiça (...) Isso é um absurdo, isso é um crime.

O programa petista acusa a revista: “Todas as eleições, quando candidatos do PT aparecem à frente das pesquisas, a revista tenta desesperadamente influenciar no resultado” diz o apresentador.

O GLOBO
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O Secretario Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Luciano Xavier, se reuniu na tarde de ontem, em seu gabinete, com o Procurador Francisco Sales, da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e com o titular do Centro Judiciário de soluções de Conflitos do Tribunal de Justiça do RN, o Juiz Cleófas Coelho de Araújo para tratarem da condução do processo de desapropriação e reassentamento dos moradores atingidos pela construção da Barragem de Oiticica.
A partir de agora, todo amparo sobre a parte legal desse processo, além de está sendo acompanhada pela PGE, também terá o aval do Tribunal de Justiça do Estado. “O TJ designou, através de portaria, o Juiz Cleófas Araújo, para atuar conosco nesses casos” ressaltou Luciano Xavier.
O objetivo principal do encontro foi apresentar o volume de trabalho e a dinâmica, usada pela Semarh e PGE, na condução dos processos de indenização às famílias de Barra de Santana. Para Cleófas, essa integração facilita a estratégia de sua atuação na hora de homologar os acordos com os moradores.
“Agora a dinâmica do trabalho terá muito mais celeridade, considerando que terá um juiz específico para mediar, conciliar e homologar o pagamento destas indenizações” frisou Francisco Sales. Ele disse ainda que praticamente todos os pagamentos referentes às indenizações estão sendo realizados mediante acordo, o que facilita a atuação do juiz e evita a judicialização litigiosa dos processos.
Tribuna do Norte
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                    Os aprovados terão direito de fazer a 3ª fase do concurso da PM do RN (Foto: Felipe Gibson/G1)


A Justiça do Rio Grande do Norte determinou nesta quinta-feira (23) a convocação de 824 aprovados no concurso da Polícia Militar realizado em 2005. A decisão do juiz Cícero Martins de Macedo Filho, da 4ª Vara da Fazenda Pública, dá direito aos candidatos a participar do curso de formação de soldado, correspondente à terceira fase do concurso. A sentença é proveniente de uma ação da Associação dos Praças da Polícia Militar (Aspra).

Na sentença, o juiz enfatiza que "a segurança pública, dever do Estado e responsabilidade de todos, precisa ser melhorada no Estado do Rio Grande do Norte, e o ingresso dos 824 candidatos que estão aptos a participar das demais fases do concurso sem dúvida será um grande reforço".

Os aprovados no concurso chegaram a formar um movimento chamado '824 Convocados PM/RN' para cobrar a continuidade do concurso. "A primeira fase aconteceu em 2005 e só em 2010 foi dada sequência com a segunda fase. Após a mudança de governo, o concurso foi paralisado sem explicação", afirma Iramar Félix, um dos integrantes do movimento.

"Não se pode fazer um concurso sem recurso. O caminho teve que ser a Justiça", acrescenta Aldair da Silva, também do movimento '824 Convocados PM/RN'.


G1RN
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Governo nomeou 20 delegados, 17 agentes e 16 escrivães

O Governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, convocou mais 53 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, para atuarem na segurança do Rio Grande do Norte. 

A nomeação foi publicada na edição do Diário Oficial de hoje (24), um dia após a decisão judicial que determinou a convocação de 824 concursados para a Polícia Militar.

Na nomeação publicada hoje, estão 20 novos delegados de Polícia, 17 agentes e 16 escrivães, todos já submetidos ao curso de formação, que foi referente ao concurso de 2008. Confira a lista dos convocados.

Além dos nomeados, o Governo já havia realizado a convocação, no dia 14 de outubro, de 303 candidatos aprovados no concurso também para a Polícia Civil, mas que ainda serão submetidos ao curso de formação - que não tem data para ocorrer. Foram 95 candidatos ao cargo de delegado, 151 para agentes e 57 para o cargo de escrivão. 

Confira lista dos 53 nomeados para a Polícia Civil:


Delegado de Polícia Civil

Amanda Barcellos Cavalcante
Alírio Maciel Lima de Brito
Roberta Mesquita da Costa
Luciana Soares Adorno
Daniel Kishita Albuquerque Bernardino
Leonardi Cavalcanti Rodrigues da Cunha
Agamenon Alves Freire Júnior
Luiz Fábio Teixeira
Susila Ribeiro Machado
João Pimentel Brito
José Ronivon Beija-Mim de Lima
Sadi Jorge Herculano Pereira
Erica Ferreira Maciel
Luciano Costa Chaves de Almeida
Leony Pontes Ximenes
Jacsan Vasconcelos Almeida Lima *
Felipe de Brito e Silva
Daniel Nóbrega Pereira de Almeida
Lucas Sá de Oliveira*
Mariana Oliveira Barreiros de Queiroz

Agente de Polícia Civil

José Wigenes Aires Júnior
Gleidson Rogério da Silva
Alcebiades Fernandes e Silva Neto
Alexandre Magnos Gadelha Guedes
Karla Marthinna Viana Correia
Felipe Sinedino Costa de Oliveira
Alysson Alves Nunes
Tatianne Azevedo Maia
Anne Caroline Duarte de Queiroz
José Josué Costa Faustino
Jackson Denis Palhares de Macedo *
Luciano Medeiros da Cunha
Herbete Felipe Silveira e Souza
Paulo André Gaspar Garcia de Matos
Luciano Nogueira de Almeida Vieira
Divino Neviton Nazario Couto
Samara Oliveira de Melo

Escrivão de Polícia Civil

Fernanda Maria Caldas Xavier
Aline Nogueira Aderaldo
Daiana Karla de Sá Godeiro
Mylena Fernandes Leite
Lara Kaniski Campos
Silvana Giannattasio
Priscila Nogueira Kruger
Danielle Vanessa Miranda de Holanda Pinheiro
Denilson Anchieta Rodrigues
Romero Coutinho de Arruda Falcão
Torquato Gomes de Sousa Júnior
Jorge Ricardo Dias Santiago
Mirna Teixeira Mazza Siqueira
Marcelle Alves de Azevedo Paulino
Carollyne Andrade Souza
Francisco das Chagas Felipe Fernandes Bezerra

Tribuna do Norte
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