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O seguinte perfil pode ser muito semelhante ao de milhares de pessoas no Brasil: o sujeito cria uma conta no Orkut – a rede social do Google está bombando – inúmeras fotos são colocadas nos álbuns dos amigos todos os dias, todos comentam, é uma alegria.De repente, uma novidade, modinha lá fora, começa a conquistar uma parcela dos brasileiros, chama-se Facebook. Amigos começam a migrar e, quando se percebe, baldes e baldes de perfis abandonados e raramente atualizado no, até então querido, Orkut. O que fazer? Migrar também? Mas e as minhas 576 fotos?

Foi na tentativa de ajudar esse pessoal que o empresário curitibano Rafael Zanoni, de 35 anos, criou o Migrakut, um app que automaticamente copia álbuns inteiros do Orkut para o Facebook, livrando o usuário de qualquer trabalho braçal mais cansativo.
Depois de permitir o acesso do Migrakut à sua conta do Facebook, é necessário clicar no botão com o símbolo do Orkut para também conceder acesso à conta do Orkut.
Só é possível escolher um álbum por vez para ser copiado para o Facebook – ele não será excluído do Orkut, apenas copiado para o Face. Escolha um e clique em “Copiar para o Facebook”. Você pode usar o aplicativo quantas vezes for necessário para copiar os álbuns que quiser. Também não é possível optar por copiar algumas fotos de determinado álbum.
O processo de cópia é bem rápido e todas as legendas, o título e a capa do álbum são preservados e reproduzidos.
Zanoni garante que nenhum tipo de informação seja de dados pessoais ou fotos fica no seu banco de dados, mas apenas códigos que identificam os usuários.


Em entrevista ao O DIA, o brasileiro disse que fez o aplicativo em dois dias e, pelas suas contas, o app já foi utilizado por cerca de 70 mil pessoas. Rafael ainda usa o Orkut, mas o Facebook é sua principal rede.
“Vejo o Orkut como uma rede social abandonada pelo seu próprio criador e tenho a certeza que o próprio Google não soube aproveitar o potencial que o Orkut tinha”, lamenta. “A moda agora é o Facebook, mas podemos ter a certeza que essa soberania pode assim como o Orkut, acabar muito em breve”.

Estadão
/ Colaborou Carla Peralva
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