O engenheiro Agrônomo Reci de Oliveira relatou que, na tentativa de agregar parceiros para a expedição foram encaminhados expedientes a três instituições públicas: a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), à Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).
. Reci de Oliveira rechaçou o argumento de que a experiência tenha sofrido atraso."Desde o começo a proposta surgiu como algo a ser feito a longo prazo, a partir de 2012, portanto, ainda estamos dentro do que foi originalmente planejado", justificou. Ele pretende por todo o decorrer da primeira quinzena de agosto reunir os demais adeptos da proposta para amadurecer uma série de questões que possam sinalizar para o início efetivo da expedição.
Projeto idealizado terá abrangência interestadual
Uma das principais bacias hidrográficas do Rio Grande do Norte, o rio Piranhas/Assu tem sua origem a partir do rio Piancó, na Paraíba, e desemboca no oceano Atlântico, precisamente no litoral de Macau. O projeto recebeu a denominação de "Expedição Rio Piranhas-Açu: da Nascente ao Delta".
.
O trabalho será documentado com fotos e filmagens, coleta de material (água, plantas, solo, animais) e outros elementos de pesquisa. Salientou que será importante contar como historiadores e economistas para registrarem historicamente a tarefa e ver de que modo o rio influencia na economia por onde passa, respectivamente.
.
O trabalho será documentado com fotos e filmagens, coleta de material (água, plantas, solo, animais) e outros elementos de pesquisa. Salientou que será importante contar como historiadores e economistas para registrarem historicamente a tarefa e ver de que modo o rio influencia na economia por onde passa, respectivamente.
APOIO
O agrônomo/secretário observou que, para sair do papel, é necessário mais do que a abnegação dos envolvidos. "Claro que um projeto desta envergadura é oneroso e, por isso, precisamos de parceiros para que ele possa acontecer", lembrou.A intenção, disse, é abrir diálogo com este objetivo com diversas entidades e instituições, citando as instituições acadêmicas - Uern, Ufersa, IFRN e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) -; o Banco do Nordeste do Brasil (BNB); a Petrobras; o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema); Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); o Ministério do Meio Ambiente (MMA); e, as prefeituras das cidades que margeiam o rio, dentre outras.
O agrônomo/secretário observou que, para sair do papel, é necessário mais do que a abnegação dos envolvidos. "Claro que um projeto desta envergadura é oneroso e, por isso, precisamos de parceiros para que ele possa acontecer", lembrou.A intenção, disse, é abrir diálogo com este objetivo com diversas entidades e instituições, citando as instituições acadêmicas - Uern, Ufersa, IFRN e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) -; o Banco do Nordeste do Brasil (BNB); a Petrobras; o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema); Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); o Ministério do Meio Ambiente (MMA); e, as prefeituras das cidades que margeiam o rio, dentre outras.
O mossoroense


0 comentários:
Postar um comentário